Ariano Suassuna recebe o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Federal de Alagoas
agosto 30, 2010 by Adriana Jardim
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O poeta, dramaturgo e imortal da Academia Brasileira de Letras, Ariano Suassuna, autor de diversas obras importantes para o Brasil, recebeu nesta terça-feira, 24, o título Doutor Honoris Causa, concedido pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal). A solenidade aconteceu às 17h, no Museu Théo Brandão.

Ariano Suassuna é uma importante personalidade da literatura e dramaturgia brasileira e ficou popularmente conhecido pela autoria do filme “Auto da Compadecida” e da misissérie “Pedra do Reino” que foi exibida pela rede Globo.
A concessão do Honoris Causa, foi criada na Idade Média, sendo o título de maior importância da UFAL, que apenas é concedido para personalidades que se tenha distinguido pelo saber ou por sua atuação em prol das artes, das ciências, da filosofia, das letras.
Eu fui prestigiar o evento e depois do seu discurso descontraído e cheio de histórias engraçadas tive a oportunidade de conversar um pouco com Doutor Ariano e a alegria de presenteá-lo com uma de minhas esculturas de título Momento de Oração (está na galeria).
Detalhes da escultura:
Exposição de bois de cerâmica de Gil Lopes – Projeto “Museu Vai à Rua” do Museu Théo Brandão.
agosto 22, 2010 by Adriana Jardim
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O Museu Théo Brandão e o Artista Plástico Gil Lopes realizaram neste domingo mais uma exposição intinerante do Projeto “Museu Vai à Rua”. O evento faz parte das comemorações do dia mundial do Folclore, 22 de agosto.
As 15 esculturas de barro do ceramista Wilson Santana, que trabalha às margens do Rio São Francisco na cidade sergipana de Carrapicho, receberam coloridas pinturas regionais de Gil Lopes e compõem a exposição de título: “Boibrincar”
Em entrevista concedida a Roberto Amorim, para site “Tudo na Hora”, Gil Lopes diz que quando começou a pintar os bois de cerâmida, as formas e cores das pinturas surgiam a qualquer hora e ele pintou intensamente a temática que o acompanha desde a infância. “Os temas vinham espontaneamente e são reflexos das brincadeiras populares. A memória da nossa cultura popular que está se perdendo graças a falta de incentivo. Muitas crianças e adolescente, hoje em dia, não sabem o que é um pastoril, chegança e baianas. Temos que tentar mudar essa situação”. [ http://migre.me/16F0M ].

Vários amigos e eu fomos prestigiar o artista em agradável café da manhã no bar Lopana, ao som percussivo do Grupo de Maracatu Baque Alagoano . O dia estava nublado, mas a orla de Pajuçara cumpriu bem seu papel de cenário. É muito bom que a arte vá às ruas e conquiste pessoas.


Acima, os artistas plásticos: Flores, Gil Lopes, Persivaldo Figueirôa e Beta Bastos.




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