Escultura de papel de “Vovó do Céu”

dezembro 20, 2009 by Adriana Jardim  
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vovo adriana diogenes2 Escultura de papel de Vovó do Céu

Eu tive o prazer de ser convidada pelo Dr. Diógenes Tenório Junior para modelar a escultura da “Vovó do Céu”, personagem e título do seu novo livro dirigido ao público infantil. Foi muito bom realizar esse trabalho principalmente porque foi inspirado em uma história de amor e admiração entre neto e avó. O livro tem uma bonita mensagem de  afeto que deveria ser compreendida por todas as famílias.

vovo do ceu escultura Escultura de papel de Vovó do Céu

O advogado e escritor lançou seu livro no dia 15 de setembro de 2009 na Casa da Palavra, no centro de Maceió. Foi um bonito evento que falou de história, cultura e mostrou imagens de sua infancia ao lado de sua avó.

Vovó do Céu traz em cada páginas, memórias afetivas ricas de sensibilidade e magia. O livro é a sétima publicação do advogado Diógenes Tenório Júnior que se dedica à literatura desde 1985.

“Tenho a impressão que tocará também o coração dos adultos, pois é história de amor imenso entre um menino e sua avó, com toda a riqueza, a sensibilidade e a magia que permeiam essa relação”, disse o autor.

O autor é sócio efetivo da Academia Maceioense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas e da Academia Alagoana de Letras. Diógenes Tenório Júnior já recebeu prêmios literários, alguns de âmbito nacional.

“Apesar de dirigida à leitura infantil, a obra tem todos os ingredientes necessários para se tornar uma bela leitura de cabeceira para o público de todas as idades”. (Valdete Calheiros – www.cadaminuto.com.br).

livro vovo do ceu diogenes Escultura de papel de Vovó do Céu

Fontes: www.cadaminuto.com.br; www.primeiraediçao.com.br.

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KISS de Papel

dezembro 19, 2009 by Adriana Jardim  
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O Kiss é minha banda de rock preferida! “The Hottest Band In The World”. Trinta e seis anos de Rock! Sou fã da banda desde os meus 13 anos e tive a felicidade de vê-los em abril desse ano – 2009 – no Rio de Janeiro em um mega show explosivo e inesquessível. E  eles ainda continuam na estrada, mundo afora.

kiss banda papel KISS de Papel

Mas não vim falar do Kiss, vim contar como essas dobraduras de papel são feitas. Descobri o site Toy-a-Day passeando pela web. É super legal e divertido e lá encontramos muitos personagens conhecidos. Eles disponibilizam os moldes para download ai é so imprimir, colar em um papel mais firme como cartolina guache, por exemplo, cortar na marcação indicada e colar ou encaixar. Eu montei meu Kiss com cenário e tudo:

kiss papel alive KISS de Papel

Hoje visitei o Toy-a-Day e encontrei os Beatles e o Superman/Clark Kent (os dois na mesma peça). Super criativo! Muito bom mesmo!

Ah! Tenho planos para fazer a escultura do Kiss by Adriana Jardim. Estou curiosa para ver como ficará! Mas só ano que vem.

beatles KISS de Papel
superman papel KISS de Papel

Link do Toy-a-Day: http://toy-a-day.blogspot.com/

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Realidade Feita de Papel

dezembro 19, 2009 by Adriana Jardim  
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o jornal papietagem Realidade Feita de Papel

Usando a técnica da papietagem, Adriana Jardim realiza a sua primeira mostra individual de esculturas retratando personagens comuns inspirados no cotidiano brasileiro e na cultura popular; peças ficam expostas no Museu Théo Brandão e prometem mexer com os sentimentos.

Cola, arame e papel, muito papel. É apenas disso que Adriana Jar­dim precisa para dar forma a um mundo todo seu; um uni­verso que, apesar de parecer comum, esconde a visão de uma artista bem particular. Seria o famoso olhar artístico, como muitos gostam de defi­nir? Parece que sim. E mais ainda: ao que tudo indica, ele está presente em todos os aspectos da vida da ala­goana. Afinal, como ela mesma diz, “já nasci assim, fazendo arte”.

Tanto que, apesar de psi­cóloga, resolveu envere­dar por um caminho um tanto diferente. A primeira descoberta foi a pintura. Há cerca de um ano, entretanto, ela conheceu outra paixão: a papie­tagem. De lá para cá, nunca mais parou de praticar a téc­nica. O resultado desse en­contro são as 33 esculturas da exposição Mundo de Papel, que entra em cartaz hoje, no Museu Théo Brandão/Ufal. A abertura acon­tece com um co­quetel, às 19h, com a apresentação do Coral Camerata Pró-Música de Alagoas.

No acervo da mostra, per­sonagens comuns inspirados no cotidiano brasileiro. Figu­ras como a mulher rendeira, o flanelinha, o vendedor de flores e a lavadeira não po­deriam faltar. Mas Adriana vai mais além: até padre Cí­cero e a escritora Clarice Lispector aparecem no repertó­rio. Na obra da artista, tam­bém estão presentes a imagi­nação e o lúdico, a exemplo da peça O Colecionador de Estrelas.

Tanta diversidade tem uma explicação. Adriana con­ta que teve liberdade para re­tratar o que quisesse. “Fiquei à vontade com relação à te­mática. Como estou experi­mentando, fiz de tudo um pouco. Aqui temos muita coisa regional, coisas do imaginário; está muito misto”, conta. Por suges­tão do museu, entretanto, ela decidiu valorizar a cul­tura nordestina. “Gostei muito, até porque São pes­soas que vejo na rua”, diz. Apesar de retratarem realidades diferentes, uma coisa é comum a todas as obras: a vivacidade. “Em todos os meus trabalhos, ressalto a alegria, a cor”, afirma a artista. A idéia dela, aliás, é despertar sentimentos únicos nas pessoas. “Acho que as peças podem provo­car não só alegria, mas até mesmo tristeza e outras emo­ções. Quero provocar sensa­ções variadas”, completa.

Além de conhecer a técni­ca, Adriana espera que o pú­blico reflita acerca das peças, descobrindo talentos desco­nhecidos e vontade de pro­duzir coisas novas. Apesar de experiente na área da pintu­ra – ela já realizou oito mos­tras -, essa é a primeira vez que a alagoana expõe as suas esculturas.

O convite feito pelo mu­seu foi recebido com surpre­sa. “Fiquei muito feliz e sa­tisfeita, mas não esperava nada disso, até porque esse é apenas o início da minha pro­dução”, afirma. E o pontapé inicial não poderia ser me­lhor: a curadoria de Mundo de Papel é de ninguém menos que Persivaldo Figueirôa, um dos artistas plásticos mais conceituados de Pernambuco.

Técnica foi aprendida com mestre Vilinba

Apesar de não parecer, a papietagem é uma técnica re­lativamente nova. Inspirada no papel machê, usado antiga­mente na China e na Europa, ela foi inventada, em 1912, pelo pintor Cubista Georges Braque, encantado com o método de colagem utilizado por Pablo Picasso. De lá pra cá, a técnica evoluiu bastante e se espalhou pelo mundo, tanto que chegou à vida de Adriana Jardim.

De certa forma, a arte de colar papéis sempre esteve presente em sua vida. Adepta do papel machê, a artista já fazia muitos trabalhos com essa antiga técnica, mas foi apenas no ano passado que ela conheceu a papietagem pro­priamente dita através das mãos experientes do mestre Vilinba, ganhador do Prêmio Gustavo Leite de melhor arte­são do ano em 2007.

Foi no próprio Museu Théo Brandão, em uma oficina, que a artista aprendeu a moldar esculturas usando arame, pa­pel e cola. “Resolvi tentar e, aos pouquinhos, começaram a sair as peças, cada vez me­lhores e cada vez mais do jeito que eu imaginava”, diz. Ela aproveita para explicar que o papel deve ser rasgado em pe­daços, e não cortado.

Adriana ainda decidiu ino­var. Além dos materiais tradi­cionais, utiliza outros objetos para dar mais veracidade às obras. “Gosto de aplicar teci­dos e outras coisas para tor­nar as peças ainda mais reais”, diz. Realidade, aliás, é uma das marcas registradas da ex­posição. Para o curador da ex­posição, Persivaldo Figueirôa, o Mundo de Papel criado por Adriana Jardim retrata “um mundo de sonhos, cores e for­mas. Real ou imaginário, trans­porta-nos às boas lembranças da infância e às antigas brin­cadeiras e faz referência à fé do povo nordestino”, comenta or­gulhoso.

Matéria O Jornal – 04 de novembro de 2008

SERVIÇO:
Exposição Mundo de Papel, de Adriana Jardim
Abertura hoje, às 19h, no Museu Théo Brandão/Ufal
Visitação: ale o dia 6 de dezembro, de terça a sexta, das 9h às 17h; aos sábados, das 14h às 17h
Entrada franca
Mais informações: (82)3221-2651

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Da Orla à Biblioteca – Projeto “O Museu Vai à Rua”

dezembro 19, 2009 by Adriana Jardim  
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o jornal marco 15 Da Orla à Biblioteca   Projeto O Museu Vai à Rua

Museu Théo Brandão expõe trabalhos de artistas alagoanos na praia da Pajuçara. Em abril, a mostra irá para o hall da biblioteca Central da Ufal.

Com uma proposta inovadora, o Museu Théo Brandão (MTB) lançou, no último dia 1°,O Projeto Museu Vai à Rua, onde 18 esculturas, todas produzidas por artistas lo­cais, ficaram expostas no calçadão da praia da Jatiúca, chamando a atenção de quem transitava pelo local. O hall da Biblioteca Central da Ufal, no Campus A. C. Simões, será o próximo des­tino da mostra, cuja abertura será no dia 2 de abril, permanecendo até o próximo dia 16. Atualmente, a mostra pode ser visitada nas salas de exposições temporárias do MTB.

A ação é mais uma forma encontrada de di­vulgar o museu e dar visibilidade aos artistas da terra, além de insuflar a criatividade dos mes­mos em trabalhar em cima de novos conceitos. Porém, o principal objetivo é fazer com que os alagoanos e os visitantes conheçam e passem a valorizar mais a arte alagoana.

Encantada com o colorido e a capacidade cri­adora dos artistas em cada um dos manequins expostos, Ana Cláudia foi uma das pessoas que conferiram a mostra na praia e aprovou a ini­ciativa. De passagem por Maceió, a paulistana disse que o próximo local a ser visitado será o Museu Théo Brandão. “Fiquei curiosa em conhecer o museu e o seu acervo de cultura popu­lar”, comentou.

A exposição, que tem como tema Arte Popular, contará com a participação dos artis­tas Aciole, Adriana Jardim, Agélio Novaes, Beto Normande, Dalton Costa, Deny Menezes, Gil Lopes, José Carlos, Lula Nogueira, Maria ‘Amélia, Paulo Santo, Persivaldo Figueirôa, Renan Padilha, Rosivaldo Reis, Sales e Peró.

MATERIAL RECICLADO – Os nomes dos trabalhos são sugestivos: Vendedores de Máscaras, Divulgador de Alegrias, Notícias Culturais, Caboclo de Lança, Lampião e Maria

Bonita de Férias em Maceió, Nega da Costa, Burrinha da Alegria, Nós Duas, Globalização, Bumba-meu-boi, Maluco Beleza, Sereia do Venâncio, Nega Maluca, Viva o Azul – Viva o Encarnado, Jardim do Amor, Burrinha, Monalisa e O Circo, os quais foram decorados com ma­teriais reciclados e convidam a população para uma reflexão sobre como é possível reutilizar o lixo produzido pelo homem de uma forma criativa, visando ao bem-estar geral e à preser­vação do meio ambiente. “Essa forma de cons­cientização e reaproveitamento do lixo artisti­camente, também é uma das funções da arte”, comenta o artista plástico Persivaldo Figueirôa.

Olhar de artista: liberdade e reflexão na hora de criar

Como diz o velho ditado: “Se Maomé não vai à montanha, a mon­tanha vai até Maomé. Os artistas acharam louvável a iniciativa do MTB em levar para as ruas o que fica dentro das galerias, muitas vezes, longe do público. “Infelizmente, as pessoas aqui não possuem o hábito de visitar as ga­lerias para saber o que está sendo pro­duzido pelos artistas do Estado, por isso, a proposta de levar a nossa arte para as ruas e fazer esse convite para que as pessoas visitem os museus é per­feita”, afirma Figueirôa.

Cada artista fez uso da sua liberdade para abordar temas que os afligem. Um exemplo é a obra de Paulo Santo, Globalização, que faz uma reflexão sobre o momento em que estamos vivendo e do poder das principais indústrias que incentivam o consumismo de forma frenética. “A minha obra representa uma resistência aos ditames desse mercado o-perante com a globalização, que incen­tiva o consumo fácil e rápido de pro­dutos ‘enlatados’ e não abre espaço para aqueles que preferem trilhar outros caminhos. A arte não está livre desse mau, e o regionalismo está se perdendo para o mercado”, alerta Paulo Santo.

Museu recebeu prêmio do Ministério da Cultura

Iniciativas como essa fizeram com que o Museu Théo Brandão recebesse, no ano passado, o Prêmio Culturas Po­pulares 2007, oferecido pelo Ministério da Cultura por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural, reconhecendo o museu como exemplo de ações no setor da cultura popular.

Atualmente, o MTB desenvolve vá­rios projetos na área, sempre primando pela manutenção das tradições. O prê­mio em dinheiro será utilizado para aprimorar o Engenho de Folguedos, que, juntamente com a Associação de Folguedos Populares de Alagoas (Asfopal) e a cooperativa dos Usineiros de Alagoas, traz semanalmen­te ao palco do Museu apresentações de grupos autênticos do folclore ala­goano. “Além do Engenho de Fol­guedos, temos a peça Diana e seus Dois Amores, apresentada aos alunos da rede pública que nos visitam, exposi­ções, cursos e oficinas, que realizamos durante todo o ano. Todas as ações de­senvolvidas pelo MTB primam pelo incentivo, pela divulgação e pela preservação da cultura popular”.

Da Editoria de Cultura

Matéria O Jornal – caderno 2 – 15 de março de 2008

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